Reflexão...
Quantas vezes nesta vida nos vemos diante de uma oportunidade e pensamos um mulhão de vezes se aceitamos, se seguimos adiante ou deixamos a vez passar?
Hoje, mais madura e mais intolerante, vejo quantas coisas passaram diante dos meus olhos à espera de que eu estendesse a mão para agarrar e eu nem ao menos me dei conta disso.
Talvez estivesse agora em outro lugar, conhecendo outras pessoas...
Por outro lado, penso se realmente nosso destino já está traçado.
Será que diante da imensidão deste mundo e da certeza, ou melhor, da fé, de que somos abençoados por uma força que nos quer muito bem, nossas vidas já estão escritas no livro da existência e apenas cumprimos nossa missão predestinada?
Como posso saber que estou no caminho certo? Saber que estou cumprindo a minha verdaderia missão aqui, neste mundo?
Certamente são questões que têm passado desde os primórdios.
Filosoficamente, procuro questões não para obter respostas, mas para exercer a eterna criança que existe em mim...
Infelizmente ao crescermos, vamos perdendo o dom de perguntar e nos acostumamos com a hipocrisia existente que nos rodeia.
Quantos de nós nos irritamos diante de uma criança indagadora? São vários por quês de questões que somente as crianças são capazes de formular. Lembro de minha irmã que comentou certa vez que seu filho com três anos perguntou-lhe de chofre: "Mãe, por quê meu pinto fica duro quando vejo a banheira do Gugu?". Minha irmã só faltou morrer.
Respondeu algo a respeito do dormir e acordar do referido órgão.
Eu mesma, perguntada sobre "como era transar", mesmo já fazendo o bacharelado em pedagogia me vi sem saber como responder. Sabemos a resposta, na maioria das vezes, mas temos medo de explicar. De não saber usar as palavras corretas. O mais triste é que pedi orientação na escola que a minha filha estudava e fui orientada pela diretora e dona da escola a "enrolar" associado transar com transações comerciais. Ou pior, dizer a ela que isso era coisa que só quem é CASADO faz... Detalhe: sou mãe solteira... Mais uma vez seria um discurso vazio totalmente diferente da prática.
Na falta de mais ajuda, recorri à história da sementinha.
Agora, três anos depois, já respondi a pergunta sem corar, sem gaguejar.
Mas foi preciso rir e chorar para saber que cada um tem a resposta certa. Se fosse a filha de qualquer outra pessoa, eu não titubearia em responder. Tomando é claro o cuidado de usar as palavras corretas.
Quando a coisa é conosco, todo o contexto muda de figura. A isso chamo de hipocrisia.
Que seria da nossa sociedade sem essa (bendita) palavra?
Como fingir estar no caminho certo? Ainda que esse fingimento seja para si mesma...
Como esconder um cometário ou sentimento ruim?
Refletindo, cheguei a conclusão de que posso mentir pra quem quiser. Sim, porque hipocrisia é nada mais e nada menos que mentira! Ser hipócrita é ser mentiroso.
Só não posso mentir pra mim mesma. Isso é fato. Senão, não me reconhecerei e não poderei pedir a Deus que me ajude no meu caminho, e que me carregue nos braços toda vez que em que eu me desviar ou esmorecer.
Palavra do dia: FÉ.
Quantas vezes nesta vida nos vemos diante de uma oportunidade e pensamos um mulhão de vezes se aceitamos, se seguimos adiante ou deixamos a vez passar?
Hoje, mais madura e mais intolerante, vejo quantas coisas passaram diante dos meus olhos à espera de que eu estendesse a mão para agarrar e eu nem ao menos me dei conta disso.
Talvez estivesse agora em outro lugar, conhecendo outras pessoas...
Por outro lado, penso se realmente nosso destino já está traçado.
Será que diante da imensidão deste mundo e da certeza, ou melhor, da fé, de que somos abençoados por uma força que nos quer muito bem, nossas vidas já estão escritas no livro da existência e apenas cumprimos nossa missão predestinada?
Como posso saber que estou no caminho certo? Saber que estou cumprindo a minha verdaderia missão aqui, neste mundo?
Certamente são questões que têm passado desde os primórdios.
Filosoficamente, procuro questões não para obter respostas, mas para exercer a eterna criança que existe em mim...
Infelizmente ao crescermos, vamos perdendo o dom de perguntar e nos acostumamos com a hipocrisia existente que nos rodeia.
Quantos de nós nos irritamos diante de uma criança indagadora? São vários por quês de questões que somente as crianças são capazes de formular. Lembro de minha irmã que comentou certa vez que seu filho com três anos perguntou-lhe de chofre: "Mãe, por quê meu pinto fica duro quando vejo a banheira do Gugu?". Minha irmã só faltou morrer.
Respondeu algo a respeito do dormir e acordar do referido órgão.
Eu mesma, perguntada sobre "como era transar", mesmo já fazendo o bacharelado em pedagogia me vi sem saber como responder. Sabemos a resposta, na maioria das vezes, mas temos medo de explicar. De não saber usar as palavras corretas. O mais triste é que pedi orientação na escola que a minha filha estudava e fui orientada pela diretora e dona da escola a "enrolar" associado transar com transações comerciais. Ou pior, dizer a ela que isso era coisa que só quem é CASADO faz... Detalhe: sou mãe solteira... Mais uma vez seria um discurso vazio totalmente diferente da prática.
Na falta de mais ajuda, recorri à história da sementinha.
Agora, três anos depois, já respondi a pergunta sem corar, sem gaguejar.
Mas foi preciso rir e chorar para saber que cada um tem a resposta certa. Se fosse a filha de qualquer outra pessoa, eu não titubearia em responder. Tomando é claro o cuidado de usar as palavras corretas.
Quando a coisa é conosco, todo o contexto muda de figura. A isso chamo de hipocrisia.
Que seria da nossa sociedade sem essa (bendita) palavra?
Como fingir estar no caminho certo? Ainda que esse fingimento seja para si mesma...
Como esconder um cometário ou sentimento ruim?
Refletindo, cheguei a conclusão de que posso mentir pra quem quiser. Sim, porque hipocrisia é nada mais e nada menos que mentira! Ser hipócrita é ser mentiroso.
Só não posso mentir pra mim mesma. Isso é fato. Senão, não me reconhecerei e não poderei pedir a Deus que me ajude no meu caminho, e que me carregue nos braços toda vez que em que eu me desviar ou esmorecer.
Palavra do dia: FÉ.
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